Saiba que existem diferentes tipos, causas e tratamentos para a Cefaleia

Por: Letícia Ferreira    Foto: Shutterstock.com

As dores de cabeça são tão comuns que segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia, cerca de 95% da população apresentará, ao menos uma vez na vida, um episódio da doença. Mais do que isso: 70% das mulheres e 50% dos homens apresentam ao menos uma dor de cabeça ao mês.

Assim podemos perceber que a doença além de frequente, aparece em diferentes pessoas e por diferentes causas. De uma forma simplificada a dor de cabeça pode ser separada em duas categorias: a primária e a secundária. A primária aparece sem se relacionar com nenhuma outra doença. A secundária está relacionada com outras doenças, que pode ser: gripe, virose, AVC e, até mesmo, um tumor.

Dentro desses dois tipos, existem outros também:

Cefaleia tensional – uma dor leve a moderada, sente-se um peso na cabeça e não apresenta sintomas como enjoo e vômito. Pode ser crônica ou episódica, dependendo da sua frequência;

Cefaleia em salvas – crises temporárias até oito vezes ao dia, com dor intensa sempre em uma metade da cabeça e ao redor dos olhos;

Enxaqueca – sem tratamento, dura de quatro a 72 horas e costumam ser muito incapacitantes, causando dor de cabeça intensa e latejante, e é acompanhada de sintomas como enjoo e aversão à luz e sons.

O tratamento, inicialmente, depende do diagnóstico correto e evitar fatores que possam agravar as dores de cabeça, como: jejum, estresse, privação de sono, entre outros. Adotar um estilo de vida saudável, com atividade física e sono regular, também são medidas que ajudam a combater o problema. Tratar a dor com os medicamentos certos, com orientação médica e sem abusar dos analgésicos é outra recomendação importante do Dr. Marcelo Calderaro, do Núcleo de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Samaritano.

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