Por: Angela Miranda Fotos: Shutterstock.com

O sexo tântrico requer entrega e envolvimento total. E pode ser um caminho para a evolução!

No Oriente, o Tantra (palavra de origem sâncrista que significa “teia”, “tecido” ou “rede”) remete à ideia de fios entrelaçados, unidos entre si e formando um todo. A prática do Tantrashutterstock_249224026 leva à transformação pessoal, que permite ver além das aparências e perceber a realidade divina em tudo o que existe. Aqui no Ocidente, é visto como uma filosofia que oferece diversos ensinamentos espirituais, além de técnicas sexuais para a liberação e a troca de energia para alcançar o equilíbrio.

ENERGIA EM TRÂNSITO

Com a transferência de energia durante o ato sexual, é possível criar um novo patamar de inspiração erótica, maior sensibilidade vital e reflexão profunda, gerando um tempo e espaço únicos do casal. O sexo tântrico não tem, por finalidade, apenas o orgasmo, mas um prazer mais prolongado e intenso. Na realidade, durante o sexo tântrico, faz pouquíssima diferença o número de orgasmos ou de ejaculações, e sim, a experiência vivida, que é uma comunhão física e espiritual com o parceiro para um prazer totalmente diferente e universal.

Para começar a fazer sexo tântrico é preciso se entregar totalmente, se despir de todos os medos e estar sempre presente. O caminho para isso é elevar o seu nível de concentração, se desapegar de todas as censuras e amarras cultivadas durante toda a sua existência. Desse modo, conseguimos ampliar a sensibilidade e o erotismo.

MUITO ALÉM DO SEXO ROTINEIRO

Sabemos que a nossa vida é repleta de hábitos e, no que se refere ao sexo, isto não é diferente. Via de regra, fazemos sexo sempre nas mesmas posições, nos mesmos dias da shutterstock_430252807semana, envolvemos o parceiro com os mesmos carinhos e por aí vai… Assim, a relação fica centrada apenas na excitação, na penetração e no orgasmo, e deixamos de apreciar o contato com o parceiro, de explorar o seu corpo…

O sexo tântrico nos mostra que há vida além desse sexo rotineiro a que estamos acostumados. A proposta é que o envolvimento aconteça de forma mais plena e vagarosa, que estejamos mais “presentes” e “conscientes” no ato. Que haja uma total simbiose entre as partes e que o orgasmo seja apenas uma consequência do sexo, não o “prato principal”.

Quer saber mais sobre o sexo tântrico? Então, deixe aqui seus comentários e dúvidas. Em breve voltaremos com mais novidades.

 

 

 

 

 

 

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here