Você se considera ciumenta? Mesmo que a resposta seja negativa, você já deve ter sido pega olhando a caixa de mensagens quando seu parceiro esqueceu aberta, ou ficou com um pé atrás quando ele saiu com os amigos. Preste atenção! Por mais que você não admita, atitudes deste tipo representam sinais de ciúme e possessão.

A psicóloga Maura de Albanesi explica: “O ciúme se torna um problema quando ele deixa o outro rendido a essa nossa insegurança. Normalmente, o ciumento atribui a culpa da sua insegurança ao outro, dizendo assim: ‘eu sou ciumento porque você me provocou! Por que você não me disse onde estava!’”. Inverter a culpa é um comportamento comum a pessoa ciumenta, que por vezes alega ser cuidadosa e zelar pela relação.

Caso você se enquadre no perfil, aprenda a controlar! A psicóloga explica que não existe uma técnica para controlar o ciúme: “O que existe, na verdade, é a conscientização do ciumento que esse é um problema dele e não do outro e quanto mais essa pessoa não joga para o outro essa responsabilidade, ela então busca a raiz dessa insegurança tão grande e consegue tratar essa insegurança” – e sugere que as cartas sejam postas à mesa, que os traumas sejam expostos e o casal converse tudo o que precisa para superar: “Dessa forma, a relação se torna muito mais livre, mais solta, onde cada um cuida do seu próprio nariz e os dois encostam os narizinhos um no outro quando quiserem trocar alguma coisa de bom e não de desconfiança”.

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