Hormônio indispensável para o organismo que precisa estar sempre controlado

Por: Letícia Ferreira      Foto: Shutterstock.com

O cortisol, também conhecido como “hormônio do estresse”, é produzido pelas glândulas suprarrenais, e liberado em momentos de agitação. Quando está controlado, ele serve para reduzir inflamações, contribuir para bom funcionamento do sistema imune, manter constantes os níveis de açúcar no sangue e a pressão arterial.

Quando seu nível está abaixo do habitual, os sintomas variam entre fadiga, fraqueza e até mesmo depressão. Já quando os níveis estão elevados, propiciam o aumento da frequência cardíaca e do açúcar no sangue, a diminuição da produção de insulina e a constrição dos vasos sanguíneos. “Como o cortisol é liberado em um momento de inquietação, quando o estresse é crônico, ou seja, um estado de exaustão prolongado, os níveis do hormônio ficam elevados, o que pode vir a causar danos graves a saúde”, explica Lucas Penchel, nutrólogo.

O nível elevado causa diversas alterações, e consequentemente, problemas como: obesidade, diabetes, hipertensão, infarto, alteração do sono, queda de cabelo, dores musculares, imunossupressão, entre outros.  Diferentes fatores que alteram o nível de cortisol no sangue são, o uso de remédios corticoides por mais de 15 dias corridos, a disfunção das glândulas adrenais e os tumores cerebrais.

Para manter regular o nível do cortisol é essencial reduzir o estresse, caso este seja o agente causador. “Como este hormônio está, na maioria das vezes, ligado ao emocional, para mantê-lo controlado é necessário diminuir o que causa a estafa. Sendo assim, uma caminhada ou alguma atividade física é recomendada, pois ajuda a relaxar, além de liberar endorfina e serotonina, os hormônios ‘do prazer’ e ‘do humor’, respectivamente. Outro ponto de grande relevância no tratamento para regular o cortisol é a alimentação. Comer alimentos que controlam o açúcar no sangue como, ovo, abacate, brócolis, espinafre, peixe, aveia, amêndoa, castanha, leite e derivados ajuda a manter adequados os níveis de cortisol”, finaliza o nutrólogo.

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