Texto: Tatiana Rudigher
Foto: Divulgação

Ansiedade. Uma palavra que ao ler já causa incômodo. No dicionário alguns dos significados são: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza ou relação com qualquer contexto de perigo. Que mulher nunca passou por uma crise dessas?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade atinge mais de 10 milhões de pessoas no mundo e é mais comum entre as mulheres. Ela pode ser provocada por situações externas, como desastres naturais e acidentes, ou surgirem de situações de preocupação imaginária e, em geral, se manifesta repentinamente.

A ansiedade tem a função de diminuir o desconforto, pois propicia um impulso para resolução das situações que causam a ansiedade, aumentando o grau de vigília, o que amplia a capacidade de agir em situações de estresse. Mas, quando a ansiedade passa do limite normal, ela se transforma em um preocupante estado de “sempre alerta”.

Hábitos que ajudam

Respirar certo: devagar e profundo. Assim, os batimentos cardíacos ficam mais lentos, a mente, oxigenada, e a mulher… mais calma.

Praticar atividades físicas que auxiliam no bem estar: eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer.

Evitar bebidas com cafeína e controlar a ansiedade: o truque é ingerir alimentos que sejam fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, como a banana e o chocolate, de forma moderada, para não ganhar uns “quilinhos” a mais.

Pessoas com tendência a ansiedade precisam reduzir o estresse diário, procure rotas alternativas para o trabalho, um local mais tranquilo para o almoço, etc. Às vezes acordar mais cedo e ir mais confortável para o trabalho é melhor do que enfrentar um metrô lotado ou um congestionamento. Ouvir música ou ler podem ser boas terapia e a melhor dica de todas: tente evitar “prever” o futuro e viva o presente!

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