causa e tratamento

Saiba como se formam e como nos livramos delas

Por: Redação      Foto: Divulgação

Para todas as coisas no mundo que queremos tratar ou evitar, precisamos saber como surgem, portanto, partindo disso, hoje vamos falar sobre as estrias. Sim, aqueles risquinhos brancos que se formaram abaixo das mamas, na região dos glúteos, nas pernas e em muitas outras partes do corpo.

A princípio temos a definição de que as estrias são cicatrizes na pele. “As estrias se formam pela perda do colágeno na derme, que é o local que sustenta a pele. Existe um rompimento de fibras colágenas e elásticas pelo estiramento do local. Após o rompimento destas fibras ocorre um sangramento e assim, aparecem as estrias rubras, após a cicatrização do local elas ficam brancas. As estrias são cicatrizes na pele”, explica a dermatologista Thais Pepe, que é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia.

Então surge a dúvida: Para algo que acontece naturalmente no organismo, existe prevenção? Sim! “De maneira geral, o paciente deve evitar variação de peso (porque engordar e emagrecer repetidas vezes pode favorecer o aparecimento das estrias pelo estiramento da pele); hidratar a pele também é importante e usar derivados de retinóides”, orienta a médica. Segundo estudo publicado no Journal Of The European Academy od Dermatology and Venereology*, as estrias acometem principalmente mulheres grávidas e adolescentes. “Quanto mais nova a mulher engravida, maior a chance de desenvolvê-las pois a pele é menos elástica”, afirma Thais.

É possível recuperar totalmente a região afetada e quanto mais cedo o tratamento for iniciado, melhor será o resultado final. Uma novidade para o tratamento de estrias é a radiofrequência microagulhada Eletroderme, que traz microagulhas de ouro que penetram profundamente na pele, promovendo coagulação, aquecimento e reorganização das fibras de colágeno (danificadas pela acne). “As agulhas ultrapassam a epiderme, emitindo ondas eletromagnéticas apenas nas camadas mais profundas da pele, preservando a superfície. Isso faz com que o aquecimento chegue até a 70ºC, estimulando a produção de colágeno e refazendo as fibras rompidas”, explica a dermatologista.

Durante o procedimento, que dura em torno de 40 minutos, o paciente pode sentir leve aquecimento no local. Para que os resultados sejam satisfatórios, são necessárias, em média, três sessões com intervalos mensais. “O pós-procedimento tem recuperação rápida, bem como o retorno do paciente às atividades. É indicado apenas hidratar a pele. Em 15 dias já é possível ver os primeiros resultados. Os finais aparecem após quatro meses”, comenta. O procedimento é contraindicado para gestantes e pacientes com tendência à formação de queloide, e não deve ser feito em áreas do corpo com infecções.

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