ONG trabalha com confecção e envio de perucas diariamente para pacientes com câncer

Por: Letícia Ferreira      Fotos: Banco de Perucas Cabelegria /Divulgação

A ONG Cabelegria foi fundada há quase três anos para dar um suporte às pacientes com câncer, neste período, já foram recebidos fios de mais de 80 países, que foram costurados e entregues para centenas de pacientes de todo o Brasil, seja pessoalmente ou por SEDEX.

Durante o tratamento de radioterapia e quimioterapia, as pacientes acabam perdendo seus cabelos e isso promove um grande choque para algumas mulheres. “Essa iniciativa vem para promover às pacientes o fortalecimento dos recursos emocionais para que elas possam enfrentar o adoecimento com mais leveza, resgatando a autoestima. E temos que ressaltar o esforço do grupo de Humanização, que é composto por todos os colaboradores do Instituto e Parceiros, que possibilita transformar esses sonhos em realidade”, palavra da Subcoordenadora do Grupo de Humanização e Psicóloga do Instituto, Simone Ansarah.

A instituição, que confecciona as perucas diariamente, inaugurou no dia 25 de agosto, em parceria com as ONG’s Cabelegria, RFCC Poá e RFCC Suzano, o segundo banco de perucas do país, no Instituto de Câncer Dr. Arnaldo, localizado no centro de São Paulo.

Segundo a presidente e fundadora da ONG Cabelegria Mariana Robrahn, “É um Banco que contém 50 perucas para atendermos os pacientes do Instituto. Eu agradeço todo o apoio das Redes Femininas de Suzano e de Poá que patrocinaram o Banco de Perucas que pra mim é um sonho e eu quero conseguir levar isso para todos os hospitais. Quero agradecer ao Instituto que disponibilizou a sala para que a gente possa atender os pacientes de uma maneira mais gostosa”, ainda reforçou a variedade de modelos de perucas para todos os gostos e que com a reposição será constante.

Uma das primeiras pacientes do Banco de Perucas, Sandra Regina, diz ter ficado muito feliz com o resultado e que deseja que todas as pacientes possam fazer o mesmo, saírem do Banco de Perucas mais belas do que entraram.

Banco de perucas.

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